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Engenews Engeman® - Janeiro / 2009 > Engenews Engeman® - Junho 2010 > Engeman® no Setor Sucroalcooleiro
Engeman® no Setor Sucroalcooleiro

Engeman® no Setor Sucroalcooleiro

Franco crescimento do Setor e a possibilidade de Tecnologia

O setor agrícola brasileiro é, tradicionalmente, um gigante em produção e empregos. Está intimamente ligado com grande parte da estabilidade econômica brasileira, e a recente Crise Financeira colocou todo o país em um teste de fogo, e, conseqüentemente, a força da produção de setores de base, entre eles, principalmente, o agrícola.

Ainda aliada às necessidades de revisão de políticas públicas que visem a redução das emissões de poluentes e a busca por amenizar o descontrole climático aguçado pelo aquecimento global, países desenvolvidos e em desenvolvimento vêm adotando medidas cada vez mais 'verdes' , estruturadas a partir de princípios de sustentabilidade e respeito ao meio-ambiente.

Embalados por esse frenesi, os setores agrícolas vinculados à produção do álcool combustível e de biocombustíveis, vêm crescendo qualitativa e quantitativamente.

Dados da Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, apontam que o esfriamento das economias em função da crise econômica iniciada no final de 2008 reduziu a produção do setor sucroalcooleiro brasileiro ante as estimativas iniciais, mas, mesmo assim, o setor cresceu além do esperado frente ao cenário de cautela econômica.

A produção de açúcar para a safra de 2009/2010, de acordo com as previsões, da Conab deve crescer entre 16% e 16,6%, e a de Etanol cresce entre 4,5% e 5%.

O volume da produção da Safra de 2008/2009 cresceu 50 vezes em relação à produção de 2000/2001.

"A indústria sucroalcooleira vai esmagar 558,72 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2008. De acordo com o segundo levantamento feito pela Conab, a quantidade é recorde, ou 11,4% superior ao volume processado no ano passado, que foi de 501,54 milhões de t. O resultado foi anunciado nesta quinta-feira (4), pelo presidente da estatal, Wagner Rossi, durante a XVI Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira (Fenasucro), em Sertãozinho/SP." Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB

De acordo com a Fecomercio, Federação do Comércio do Estado de São Paulo, o etanol poderá substituir até 10% da gasolina até 2020, o que aponta para franco crescimento da produção de etanol brasileiro e conseqüente crescimento e investimento no setor sucroalcooleiro, também agora chamado por algumas instituições de setor sucroenergético.

De acordo com o Ministério das Minas e Energia (MME), o PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, visa o investimento de R$890 milhões na infra-estrutura para o escoamento da produção sucroalcooleira, principalmente o etanol, com a construção de 1.171km de dutos interligando as principais áreas produtoras aos principais centros exportadores, como os portos de Paranaguá, Santos e Duque de Caxias.

Estas informações indicam grande suporte governamental ao crescimento do setor sucroenergético brasileiro, que, junto com os Estados Unidos, é um dos maiores do planeta.

Em reportagem à Folha de São Paulo, em março deste ano, o cientista israelense Yehiam Prior informou que "A produção de álcool no Brasil deve ser melhorada por tecnologia e descobertas mais avançadas, que ainda não estão disponíveis ao meio científico. E, mesmo que a tecnologia seja exportada e melhorada, seria uma contribuição, mas não seria suficiente para resolver o problema energético do mundo".

Este avanço tecnológico citado por Prior vai desde o aperfeiçoamento dos métodos de plantio, produção e processamento até a constante busca por melhores performances em todos estes processos, o que nos leva à importância do setor de Manutenção em atividades industriais que são altamente ligadas ao bom funcionamento e gerenciamento de maquinário diverso.

 

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